é um chão que pisamos a vida inteira...
COMO FUNCIONA
Um processo construído com escuta, vínculo e propósito
Cada criança, adolescente e família possui uma história única, por isso, o processo de acompanhamento é individualizado, respeitando o momento, as necessidades e as características de cada pessoa. O objetivo não é apenas olhar para um comportamento isolado, mas compreender o que está por trás dele e construir, ao longo do processo, novas possibilidades de expressão, relacionamento e desenvolvimento emocional.
1. Primeiro contato
O primeiro passo acontece através do contato com os responsáveis. Nesse momento, conversamos brevemente sobre a demanda, as principais preocupações e o que motivou a busca pelo acompanhamento. Após esse primeiro contato, são apresentadas as orientações necessárias para o início do processo.
2. Primeiros encontros
Os primeiros encontros são destinados à compreensão da história e das necessidades da criança ou adolescente.
No atendimento infantil, o processo pode envolver momentos de conversa com os responsáveis e, conforme a necessidade, atividades lúdicas, desenhos, histórias, brincadeiras e outros recursos adequados à faixa etária.
A criança não precisa saber explicar tudo o que sente. Muitas vezes, ela comunica através do brincar, do comportamento e da forma como estabelece seus vínculos.
3. Período de avaliação e compreensão
Os primeiros encontros permitem conhecer melhor:
-
A história da criança ou adolescente;
-
Sua dinâmica familiar;
-
Aspectos emocionais e comportamentais;
-
Relações familiares e sociais;
-
Vivências escolares;
-
Dificuldades apresentadas;
-
Recursos e potencialidades;
-
Situações que podem estar influenciando seu comportamento.
Quando necessário, também pode haver contato e parceria com responsáveis, escola ou outros profissionais que acompanham o paciente.
4. Devolutiva aos responsáveis
Após o período inicial, é realizada uma devolutiva com os responsáveis, esse momento é importante para compartilhar as principais percepções do processo, esclarecer dúvidas e conversar sobre os próximos passos. A devolutiva não é apenas uma apresentação de dificuldades, também buscamos reconhecer recursos, potencialidades e possibilidades de intervenção.
5. Continuidade do acompanhamento
A partir da compreensão inicial, é definido um direcionamento para o processo terapêutico. Os encontros podem acontecer semanalmente ou a cada 15 dias, de acordo com a necessidade e o planejamento do acompanhamento.
As sessões têm duração de até 50 minutos.
A regularidade é importante para favorecer a construção do vínculo, a continuidade do trabalho e o acompanhamento das mudanças ao longo do tempo.
PERGUNTAS FREQUENTES
A partir de qual idade é realizado o atendimento?
O atendimento é direcionado principalmente para crianças à partir de 03 anos e adolescentes, respeitando as características e necessidades de cada faixa etária.
A criança precisa estar presente na primeira sessão?
Sim, no início do processo, é importante compreender a perspectiva dos responsáveis, por isso, o primeiro encontro pode começar com uma conversa com o responsável e, conforme a organização do atendimento, seguir com a criança.
Os pais participam das sessões?
Os responsáveis fazem parte do processo, mas a participação acontece de acordo com a necessidade de cada caso. Podem ser realizados momentos específicos de orientação e devolutiva aos responsáveis.
Quanto tempo dura cada sessão?
As sessões têm duração de até 50 minutos.
As sessões são semanais?
Os atendimentos podem acontecer semanalmente ou a cada 15 dias, conforme a necessidade do paciente e o planejamento do processo.
Quanto tempo dura o acompanhamento?
Não existe um período igual para todos, a duração depende da demanda apresentada, dos objetivos do acompanhamento e da evolução ao longo do processo, mas sugerimos o mínimo de 06 meses.
O atendimento é somente para crianças?
O trabalho também contempla adolescentes, orientação aos responsáveis e mulheres, além de outros formatos de acompanhamento apresentados na página de atendimentos.
Você conversa com a escola?
Sim, quando isso for importante para o acompanhamento, pode haver contato com a escola mediante autorização dos responsáveis. O objetivo é favorecer uma compreensão mais ampla das necessidades do paciente.
A escola pode solicitar informações sobre o atendimento?
As informações do processo são tratadas com responsabilidade e dentro dos limites éticos e de confidencialidade. Qualquer compartilhamento necessário deve ser conversado e autorizado pelos responsáveis, respeitando também os limites do próprio atendimento.
O atendimento é apenas para crianças com diagnóstico?
Não. A busca por acompanhamento não depende necessariamente de um diagnóstico.
Mudanças de comportamento, dificuldades emocionais, inseguranças, conflitos familiares, dificuldades escolares, ansiedade, medos ou situações de mudança também podem ser motivos para buscar ajuda.
Como saber se meu filho precisa de acompanhamento?
Se determinado comportamento está causando sofrimento, prejudicando a rotina, os relacionamentos, a escola ou a convivência familiar, vale buscar uma avaliação profissional.
Você não precisa esperar que a situação fique grave para procurar ajuda.